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| Ju Brielle no seu live vocal na festa Craazy Party - sucesso de público que volta dia 15 de novembro pra edição Animals |
Para os fãs de e-music Sergipana, neste post irei falar sobre os dois extremos.
Diferentemente dos outros estados os quais já visitei, nosso pequeno Estado tem um público diverso. Podemos dividi-los em três grupos:
1- Tribal;
2- EDM;
3- Psy Trance.
Ou seja: Vamos do Underground ao Mainstream, sendo caminhos que levam ao mesmo fim.
Observando Djs e produtores sergipanos, dou exemplo de alguns como o Veery Craazy (Dubstep e Big Room) e The Nice Noise(Tribal), os quais fazem parte do nível mais elevado na musica estadual, e o Dj Cuca LongBeach (Psy Dark Trance), o qual esta no nível solo no modo Undergroud.
Os três produtores possuem não só um público fiel, mas têm fama por seus eventos: Veery Craazy com a Craazy Party onde inclui diferentes públicos - do EDM e até público do Trance; Dj Cuca, por sua vez, com o projeto de evento 'Horús', o qual se trás diversas atrações do publico Dark Trance.
Não podemos deixar de citar projetos que fazem o intermédio entre o "povão" e o pop. Neles, temos DJs loucos, que fazem não só o papel de deixar o publico agitado, mas de levar varias novidades independentes dos eventos, como dois caras que vejo (opinião pessoal) como revelações no e-music e que sabem deixar o publico esgotado: Rick Owl (TRAP) e o Noiser (Prog house e Big Room).
Também não podemos esquecer as mulheres que vêm criando seu público e conquistando um espaço interessante. Posso citar em destaque Maluh Fikdik (Deep e Gangsta House) e Kaline Verdelle (Dubstep e Prog House).
O que podemos notar é que Sergipe não está desfalcado na musica eletrônica. E que, além dos vários estilos e eventos que possuímos, a tendência é somente crescer e evoluir.
* Érico Smoke é dj há 5 anos, formado no curso de produção de Magnus Syn, responsável pelo projeto SMOKE#88 desde 2013. É colunista colaborador do blog Studio 79.

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